quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

È assim que eu fico todas as noites asua espera!



Parei as aguas do meu sonho para teu rosto se mirar,
mais só a sombra dos teus olhos ficou por cima a procurar,
procurei-te em vão pela terra, perto do céu por sobre o mar,
se não vens nem pelo sonho porque insisto em te imaginar?

os passaros da madrugada não tem coragem de cantar,
vendo meu sonho interminável,
e a esperança no meu olhar.

quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixe fechar,
talvez pensem que o tempo volta,
e vens o tempo a voltar!

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